“Crunch” é aquele assunto que todo mundo na indústria conhece, quase todo mundo já passou (ou está passando)… e mesmo assim a gente normaliza como se fosse “parte do pacote”.
E aí vem a pergunta incômoda:
até que ponto crunch é inevitável, e a partir de que ponto ele vira só má gestão fantasiada de paixão?
Quero usar esse texto pra organizar alguns pensamentos sobre isso olhando tanto pela lente de quem faz jogo solo/indie quanto pela realidade de quem sonha em trabalhar em estúdio grande, AAA, etc.
Não vou trazer aqui “a verdade absoluta”, mas provocações pra você olhar pro seu jeito de trabalhar.
